Mamas

Redução de mama em Manaus

A mamoplastia redutora diminui e levanta a mama que é grande demais para o corpo. Ela alivia as costas, os ombros e a pele, e deixa a mama em harmonia com o seu corpo. É uma das cirurgias com maior impacto no dia a dia de quem faz.

Escrito e revisado por Dr. Elizeu Lavor, cirurgião plástico, CREMAM 7028, RQE 3895. Revisão médica em .

Conversar sobre a redução

O que é a mamoplastia redutora

É a cirurgia que retira o excesso de glândula, gordura e pele da mama, sobe a aréola para uma altura natural e remodela a mama, deixando-a menor, mais alta e proporcional ao corpo. Na prática, é uma mastopexia com retirada de volume.

Para quem é indicada

  • Dor nas costas, no pescoço e nos ombros por causa do peso das mamas.
  • Marcas fundas da alça do sutiã.
  • Assaduras e irritação embaixo da mama, que pioram no calor.
  • Dificuldade para fazer exercício e para achar roupa e sutiã.
  • Mamas desproporcionais ao corpo, que pesam também na autoestima.
  • Assimetria importante entre as mamas.

O peso emocional das mamas grandes demais é grande, e eu falo dele em mamas grandes demais: o peso que vai além do corpo.

A idade certa

A redução pode ser indicada a partir dos 14 anos, em casos de mamas muito grandes, com o desenvolvimento avaliado com cuidado. Na idade adulta, o momento certo leva em conta o peso estável e os planos de gravidez.

Como é a cirurgia

  1. A marcação, com você em pé, desenhando a nova posição da aréola e o formato da mama.
  2. A anestesia geral, com o anestesista ao seu lado o tempo todo.
  3. A retirada do excesso de glândula, gordura e pele.
  4. A remodelação, deixando a mama mais alta e firme.
  5. A aréola, que sobe para uma altura natural e, se preciso, fica menor.
  6. O fechamento, com pontos internos e o sutiã cirúrgico.

A cicatriz

A cicatriz acompanha o tamanho da redução: em geral, ao redor da aréola, com uma linha vertical e, nas reduções maiores, uma linha no sulco embaixo da mama, o T invertido. Sempre que possível, eu diminuo o tamanho da cicatriz. Ela é permanente, mas tende a clarear e afinar entre 6 e 12 meses. Para a maioria das pacientes com mamas muito grandes, a troca vale muito: o alívio no corpo costuma vir logo.

A recuperação

  • Primeiros dias: repouso relativo, sutiã cirúrgico contínuo.
  • Primeiras semanas: volta gradual às atividades leves e ao trabalho sem esforço.
  • Esforço com braços e peito: depois da minha liberação.
  • Sol na cicatriz: evitar pelo tempo que eu orientar.
  • Retornos marcados para acompanhar a cicatriz e o inchaço.

O alívio nas costas e nos ombros costuma aparecer logo nas primeiras semanas. A mama assume o formato final ao longo de alguns meses.

O momento certo

  • Peso estável.
  • Canetas emagrecedoras: no meu protocolo, suspensas 30 dias antes, combinando com quem prescreveu e com o anestesista.
  • Exames das mamas em dia, conforme a idade.
  • Sem cigarro antes e depois.
  • Planos de gravidez conversados antes.

Riscos

Os mais conhecidos são hematoma, seroma, infecção, problemas de cicatrização, alteração da sensibilidade da aréola, assimetria e dificuldade para amamentar. O planejamento, o tempo de cirurgia e o acompanhamento diminuem esses riscos.

Para quem vem de fora de Manaus

Eu prefiro que você fique em Manaus até o primeiro retorno, para conferir a cicatriz antes da viagem. Veja como funciona para quem vem de fora.

Dúvidas frequentes

Posso escolher o tamanho final?

A gente conversa sobre o tamanho que você imagina e eu explico o que o seu corpo permite, mantendo a mama viva e em proporção. O tamanho é definido junto.

Dá para amamentar depois?

Muitas mulheres conseguem, mas a redução pode diminuir essa chance, porque parte da glândula é retirada. Se você ainda quer ter filhos, conversamos sobre o momento.

Junto com lipo e abdominoplastia, pode?

Eu divido em etapas. A redução somada à lipo e à abdominoplastia deixa a cirurgia longa demais.

Quer saber qual é o seu caminho?

Na avaliação eu examino as suas mamas, escuto o que mais incomoda e mostro o tamanho que deixa o seu corpo em harmonia.

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